Trabalho escravo

No mundo ocidental o Brasil foi a última nação a abolir o trabalho escravo de forma oficial, ocorrido no apagar das luzes do século XIX. Porém, em termos práticos, o trabalho escravo continua a existir às claras atualmente no Brasil e especificamente no Pará.

A comprovação encontra-se no documento anexo à mensagem n.º 1072859 apresentada por intermédio do Serviço de Informação ao Cidadão – SIC, do Ministério do Trabalho e Previdência Social por REPÓRTER BRASIL – Organização de Comunicação e Projetos Sociais, órgão que se subordina aos termos da lei que regulamenta o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição Federal, onde temos a ocorrência de 200 mil trabalhadores dentro do Brasil vivendo em regime de escravidão, é o que indica o Índice de Escravidão Global, elaborado por Organizações Não Governamentais ligadas à Organização Internacional do Trabalho.

De janeiro de 2013 até março de 2016 foram condenadas 350 empresas e pessoas em todo o Brasil, e destas, 142 estão no Pará, com ocorrência em massa na região do Araguaia, mas, próximo a capital Belém, varias foram as condenações de empresários como o proprietário da Fazenda Jatobá – Rod. PA 140, km 31, Ramal Santa Maria, zona rural, Tome Açu/PA, onde havia cinco trabalhadores em regime de escravidão, com a sentença sendo prolatada em 06/05/2015.

No município de Paragominas foram oito condenações, duas em Tailândia, quatro em Rio Maria, uma Ulianópolis, as mais próximas de Belém.

Nas próximas postagens novos nomes e endereço dos escravizadores no Pará, com matéria completa.

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