Projeto A leitura que liberta reduz a pena de detentos no Pará

Criado em 2015, o projeto A leitura que liberta foi inicialmente adotado em um centro de correção feminino e na colônia penal agrícola de Santa Izabel. Depois de um acordo firmado nesta segunda-feira (11), entre o TJPA, a Seduc, a Susipe e a Defensoria Pública do Estado, ficou decidido a expansão do projeto para outras unidades prisionais no interior do estado.

O projeto contribui para a redução da pena do detento através da leitura e produção de textos literários, ou seja, a cada livro lido serão descontados 4 dias da pena do detento, com um limite de 12 obras literárias por ano, rendendo até 48 dias a menos na pena do encarcerado.

O superintendente da Susipe, Michel Durans frisou que esse projeto além de desafogar as prisões vai reduzir as despesas do estado com os detentos e economizar o dinheiro gasto com a construção de novos presídios.

O desembargador Ricardo Nunes, destacou que as prisões não devem ser depósitos humanos e a leitura abre as portas do conhecimento. As novas unidades a receber o projeto ficam em Marabá, Santarém e Abaetetuba. Futuramente também unidades em Bragança, Cametá, Altamira, Salinópolis, Capanema e redenção serão beneficiadas.

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