Paraense desaparecida no Suriname foi assassinada, diz família

Suriname
Elisângela Ribeiro Domingos

A família da paraense Elisângela Ribeiro Domingos, de 33 anos, busca por ajuda das autoridades. A mulher, que viajou para o Suriname no começo de dezembro, está desaparecida desde o último dia 22. Segundo os parentes da paraense, há denúncias de que Elisângela foi assassinada.

“Recebemos a ligação de uma amiga dela, que nos contou que Elisângela foi encontrada morta dentro de uma casa, já em avançado estado de decomposição”, diz Marco Antônio Almeida, cunhado da vítima.

De acordo com a família, Elisângela viajou para o Suriname no dia 2 de dezembro, para trabalhar na área de serviços gerais. “Ela já havia morado lá a trabalho, e voltou há uns 3 anos, porque adoeceu. Aqui ela se recuperou e esse ano decidiu voltar”, relata Marco.

A paraense morava em Paramaribo, capital do Suriname. Segundo a família, a amiga da vítima relatou que Elisângela saiu para uma festa e não foi mais vista. O desaparecimento teria sido registrado na polícia local. O corpo de uma mulher morta, com as características físicas de Elisângela, foi encontrado na segunda-feira (1º).

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Fizemos uma peregrinação. Fomos até a polícia, que não quis registrar ocorrência e nos mandou procurar o Consulado. Lá, nos mandaram procurar a Polícia Federal. Na Polícia Federal, nos mandaram ir no aeroporto. Até agora, não nos ajudaram e estamos sem saber o que fazer”, critica.

Segundo o jornalista brasileiro Luiz Paulo Oliveira, do portal de notícias LPM News, que reside no Suriname, não é possível confirmar a morte de Elisângela.

“As informações que nós temos é que ainda não existe por parte da polícia do Suriname e da Embaixada Brasileira em Paramaribo nenhuma confirmação oficial que se trata da brasileira. O que está acontecendo é que pessoas nas redes sociais estão espalhando a notícia de que um corpo encontrado pela polícia é de Elisângela. Estamos aguardando a identificação do corpo pela polícia local”, relata.

Noêmia Cabral, brasileira que mora no Suriname há dez anos, diz que o caso surpreende pela violência. “Moro em Paramaribo e é tranquilo. Poucas coisas assim acontecem. E ninguém sabe realmente dizer o que houve com essa moça”, comenta.

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