Máfia do caça níquel

Em pleno andamento uma investigação conjunta de serviços reservados para apuração de uma organização criminosa que comanda os jogos de azar apelidados de “Caça Níquel” em Belém. Delegados e Coronéis da Polícia Militar do estado do Pará. A gota d’água foi a detenção de um elemento proprietário de uma espelunca conhecida como bar do “Ratinho” localizado na Alameda I do conjunto Cordeiro de Farias, em frente ao Posto de Saúde do Tapanã, onde varias máquinas funcionam dia e noite, com beneplácito de policiais serviçais dos mafiosos do jogo, ou que fazem a famigerada ronda do distrito. Ao ser conduzido para a Delegacia do Tapanã os telefonemas foram constantes para a liberação do contraventor que ainda induzido por seus senhores e alguns gregários, queria fazer queixa contra os policiais que o deteve alegando extorsão, o que fora contraditado por testemunhas, sendo o funcionário dos coronéis e delegados, liberado sem que nada lhe acontece-se. O caso chega as raias da Auditoria Militar do Estado na pessoa do Promotor de Justiça Armando Brasil.

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