Festival Junino de Bragança encerra com força total

Quadrilhas no Festival junino Bragança

Quadrilhas no Festival junino Bragança | foto Divulgação

A Praça dos Eventos, no município de Bragança, viveu momentos de grande movimentação, desde o último dia oito, com a realização do Festival Junino de Bragança, encerrado ontem (dia 11). Exibições de quadrilhas, bois-bumbás e cordões de pássaros juninos, além de culinária típica, artesanato popular e apresentações musicais marcaram o evento, que recebeu o apoio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur) e recebeu entre, os dias 25 e 28 de maio, visita precursora e fampress de técnicos do MTur, na fase final de preparativos do festival. O ministro do Turismo, Marx Beltrão, faz a abertura oficial.

O objetivo principal do MTur é levar a celebração cultural  a atrair turistas estrangeiros e estimular, cada vez mais, o turismo doméstico, como acontece com o Carnaval. A divulgação das festas, bem como a realização de ações de promoção e apoio à comercialização, faz parte da estratégia conjunta do Ministério do Turismo e da EMBRATUR. “Queremos que o São João tenha seu valor turístico reconhecido, tanto no Brasil, assim como no mundo. Trata-se de uma manifestação cultural extremamente rica que tem enorme potencial para se transformar em um produto turístico assim como o Carnaval”, afirma o ministro do Turismo, Marx Beltrão. Além de Bragança, também foram selecionadas Belo Horizonte (MG), Campina Grande (PB), Corumbá (MS) e São Luís (MA).

O Festival Junino de Bragança é realizado desde 1988. Mais de 50 mil pessoas circulam pelo evento nos quatro dias de festejo. No ano de 2011, o festival passou a contar com a “Casa Caeteuara”, onde há a comercialização e demonstração do artesanato local, a “Casa do Xote”, espaço de dança, nas noites do festejo, ao som do xote bragantino na rabeca, e ainda, a “Casa da Farinha”, espaço de demonstração do processo de produção da farinha de mandioca e outros produtos derivados dessa raiz, base na alimentação da população bragantina.

Turismo e Gastronomia – Uma das cadeias produtivas de valor do Plano Pará 2030, a cadeia produtiva do turismo e da gastronomia bragantina, em especial a famosa farinha, chamou a atenção no Festival Junino de Bragança, mobilizando e dinamizando diversos setores da economia local, o que fortalece o crescimento e organização de uma rede de prestação de serviços, capaz de gerar postos de trabalho e renda para a população paraense.

De acordo com o secretário de Estado de Turismo, Adenauer Góes, o festival fortalece uma estratégia sobre a cultura gastronômica paraense. “A natureza e a cultura são as principais matérias-primas do Turismo, e a gastronomia é um elemento único dessa cultura. Esse é um processo que vai desde o campo, o cultivo do produtor rural, até o prato elaborado por um “chef” de cozinha, para atender não só o cidadão que habita a cidade, mas também aquele que nos visita, que é o turista”, explica.

Rota Turística – Para completar o pacote de atrações turísticas de Bragança, a cidade ainda é o ponto final da Rota Turística Belém-Bragança, que faz um resgate da memória e da história antiga estrada de ferro que foi fundamental no desenvolvimento da região conhecida como Amazônia Atlântica e os 13 municípios que a compõem. (Agência de Notícias Gerais/Israel Pegado/Ascom/Setur)

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