Depois de cinco anos João Paulo II não tem prazo para entrega

O NGTM (Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano) continua justificando a demora das obras do prolongamento da João Paulo II devido a um atraso no fornecimento de material. E relatou que não tem data para conclusão da via.

A obra iniciou há cinco anos e inicialmente seria entregue em abril de 2018. O NGTM relata que falta aço para fabricação das passarelas de pedestres. Disse também que uma nova data de entrega deve ser agendada.

A construtora responsável atestou que o material entregue não atendia as especificações do projeto, acarretando, além do atraso na atividade, em uma ação judicial para apurar a questão. As obras do prolongamento da João Paulo II iniciaram em 2013 e é uma importante via de acesso para desafogar o tráfego na entrada e saída da capital. Atualmente, apenas a BR-316 consegue atender essa demanda.

Em março de 2018, os moradores que vivem no entorno da obra, reclamaram da quantidade de lama, buracos, mata e entulhos espalhados no local. Na época, o NGTM respondeu que uma nova alteração tinha sido feita no calendário para que fosse garantida a qualidade da obra e dos serviços que seriam prestados aos usuários. Ainda segundo o núcleo, os serviços de terraplenagem e drenagem já haviam sido finalizados.

Espera-se que o projeto desafoggue em grande parte o tráfego na Região Metropolitana de Belém. Dentro do projeto que custou cerca de R$ 300 milhões aos cofres públicos, além do prolongamento da avenida, da construção de passarelas e ciclofaixas, está previsto a construção de redes de esgoto e asfalto para quatro ruas que dão acesso a João Paulo II, a rua Moça Bonita, Rua do Fio, passagem Simões e rua Pedreirinha, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém.

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