Delegado pratica crime de periclitação

 

Quando toda pessoa que se sentir ofendida pelo descaso do estado – seus agentes – tomar esse tipo de atitude, estar-se-á no caminho de responsabilizar-se a quem de direito. (Maria José Ferreira – Juíza)

Na operação que desbaratou uma quadrilha de agressores ao meio ambiente e falsificadores de documentos ambientais em Dom Eliseu, os elementos Winer Luiz Lopes da Silva, Jonas Santos e seu irmão de alcunha “Teite” foram presos e depois de quinze dias de prisão, foram soltos e voltear livremente em Dom Eliseu, perpetrando os mesmos crimes com o beneplácito e apoio irrestrito do delegado Anselmo Vilela Dourado Matos, mesmo sendo Winer Luiz Lopes da Silva considerado foragido de Justiça a partir de Alagoas onde teria participado da morte de Paulo Cesar Farias e de sua mulher, fato mundialmente conhecido.

Este elemento Winer Luiz Lopes da Silva tem um rosário de ocorrências na Delegacia de Dom Eliseu e alguns com tramitação no Fórum local, sendo sempre visto em companhia de policiais civis e militares destacados naquele município aos quais chama de “segurança pessoal”, e se vangloriando de ser apadrinhado na esfera policial e judicial, aliás, referido elemento vem invadindo e comandando invasões de terras na área de Dom Eliseu, Rondo do Pará e Paragominas, sem que nada lhe aconteça, como fez e vem fazendo na Fazenda Capaz, aonde como seus asseclas Jonas Santos Aguiar e seu irmão Santos Aguiar vem destruindo uma área de 21 hectares que está sub judice na comarca de Dom Eliseu e que nada é feito pelo Ministério Público e judiciário.

O desmatamento é de conhecimento da Polícia Federal e Polícia Civil em Belém, onde foram registradas ocorrência e representações. Porém, nada fora feito para frear a gangue de Winer Lopes, visto o seu braço forte ser o presidente do PSDB em Dom Eliseu o estelionatário Jonas Santos Aguiar, que usa e abusa de sua influência com o governador do estado Simão Jatene, assim se vangloria e que é confirmada dada sua ação criminosa como a que acontecera já por duas vezes este ano, quando com seu bando, roubou dois celulares do proprietário da área que invadiram e estão roubando madeiras, tendo inclusive agredido, durante o roubo, agredido violentamente referido proprietário, que, aliás, é cidadão brasileiro com nacionalidade americana.

Dado a agressão e roubo, o cidadão agredido fora atendido pela policia militar visto a negação da Polícia Civil, sendo os bandidos Jonas, Winer e demais criminosos, levados para a delegacia de Polícia de Dom Eliseu, onde cinicamente o delegado Anselmo Vilela Dourado Matos negou-se a fazer registro de ocorrência quando o caso é de flagrante delito de roubo seguido de agressão física corporal além dos danos ambiental.

Anselmo Vilela por mais de cinco dias se recusara a fazer registro de ocorrência, só o fazendo depois que um jornalista fora ao Ministério Público ao Judiciário, onde relatara os fatos ao Promotor de Justiça e juiz local.

Pela recusa de Anselmo Vilela diante das ameaças de morte dirigidas aos cidadãos americanos, estes procuraram a Embaixada Americana em Brasília para pedirem providências, visto as “autoridades” brasileiras virem a se omitirem em cumprirem as leis, beneficiando os criminosos useiros e vezeiros no vilipêndio do ordenamento jurídico por serem apadrinhados de bandidos institucionalizados. Ressalte-se que Jonas Santos já tivera o mandato de vereador em Dom Eliseu, daí ser contumaz em enganação e desprezo as Leis.

A Corregedoria da Polícia Civil já recebera denúncia contra os atos imorais perpetrados pelo desregrado delegado Anselmo Vilela, tomando por termo declarações de John Davis Junior, proprietário da Fazenda CAPAZ, mas, que até os dias atuais nada fora feito, dando força a referido delegado para que continue sua saga de perseguição e conluio com os delinquentes Winer Lopes, Jonas Santos e seu irmão Santos, sendo os dois irmãos conhecidíssimos emitentes de notas frias para todo tipo de crime em Dom Eliseu.

O proprietário da Fazenda CAPAZ, John Weaver Davis Junior busca na Justiça a retirada do invasor Winer Lopes, e ao passar pela área invadida viu um grupo de mais de dez homens serrando arvores e colocando as toras em dois caminhões, tendo parado seu veículo e começado a filmar, quando foi agredido, ameaçado de morte e roubado seu celular pelo elemento Jonas Santos e seu irmão de vulgo “Teite” (tudo provado por filmagem e 02 testemunhas) na estrada para sua casa e dentro da propriedade sub júdice fato ocorrido na terça feira 04/04/2017, à 17hs00.

Já às 18hs00 horas, tentou, sem êxito,  registrar a ocorrência na Delegacia de Polícia de Dom Eliseu, onde fora negado seu atendimento pelo delegado Anselmo Vilela, diante da negativa procurou o quartel da PM onde um capitão reuniu uma guarnição e seguiu para o local do crime onde em flagrante deu voz de prisão parte dos marginais, que foram conduzidos para a delegacia onde foram apresentados ao delegado que mesmo assim, não fez nenhum registro, mandando o assaltado e agredido John Davis para exames de corpo de delito visto encontrar-se com sangramento na cabeça dado a agressão sofrida pelo bando de Winer Lopes, tendo ainda o desidioso delegado, tão somente dado o papel de encaminhamento dizendo que a vitima retornasse dois dias depois para ocorrência, o que fez o cidadão vitimado, na companhia de um jornalista, e naquela delegacia o labioso delegado, ali não se encontrava, tendo a vitima solicitado o registro de ocorrência sendo negado outra vez seu atendimento pela escrivã local de prenome “Shirley” (assim se disse chamar). Pelo visto o delegado cometera crime previsto no Art. 135 – Omissão de Socorro – do Código Penal Brasileiro.

Muito estranho é que após a agressão e roubo sofrido, ao buscar solução na delegacia e ao ali chegar, com os policiais e parte do bando, já se encontravam seus agressores diretos, Jonas Santos e seu irmão de alcunha “Teite” mais Winer Lopes confabulando risonhamente com o desregrado delegado Anselmo Vilela, que ao negar atendimento e assim agir, prova sua participação nos crimes cometidos pela gangue de Winer Lopes, assim como sua influência politica dentro do sistema de segurança pública do estado do Pará.

Mesmo ciente de que a área que vem sendo desmatada pela quadrilha de Winer Lopes, Jonas Santos e Seu irmão alcunhado “Teite”, o delegado Anselmo Vilela faz vista grossa, tanto é que após o novo episódio, abandonou a cidade de Dom Eliseu, e os criminosos Winer Lopes, Jonas Santos e Seu irmão alcunhado “Teite”, voltaram à extração ilegal de madeira e destruição da floresta, com a saída de mais uma carrada de toras inteiras de árvores debaixo de chuva e destruindo com trator de esteira a plantação de Curauá ao longo da estrada de acesso a sede da fazenda, e que é projeto da UFRA em reconhecimento nacional.

O BANDO DE WINER

Diante dos crimes em série cometidos por pela quadrilha de Winer Lopes, Jonas Santos e seu irmão alcunhado “Teite”, sob os auspícios do delegado Anselmo Vilela, os filhos de John Davis tomara a decisão de buscarem ajuda junto ao governo americano, visto não mais conseguirem dentro do território nacional brasileiro, a extensão da lei para acabarem com os crimes perpetrados e por visível ameaça as suas vidas dirigidas pelo bando de Winer Lopes, Jonas Santos e seu irmão alcunhado “Teite”, com apoio do delegado Anselmo Vilela.

O pedido encaminhado a Embaixada Americana estarei postando tão logo receba a decisão de referida Embaixada. Enquanto isso, esperamos que não sejam assassinados os cidadãos que pedem providências às autoridades brasileiras e estas simplesmente se omitem, e aqui dizemos: Judiciário; Ministério Público; Policia Civil, Secretaria de Meio Ambiente, os quais sempre com a culminação de uma tragédia anunciada, se limitam a alegar desconhecimento do fato.

Bem que os proprietários da Fazenda CAPAZ poderiam ajuizar ações com base no crime de periclitação da vida e da saúde, dado a omissão de socorro, mais que clara na situação em comento, onde se vislumbra o desamparo e o grave e iminente perigo de morte que correm os sobreviventes Waever Davis.

A conduta exigida pela norma não é propriamente alternativa. Sendo essencial a assistência direta, o inútil pedido de socorro para a autoridade não exclui o crime. Consuma-se com a omissão diante do perigo. Não há tentativa. A pena é aumentada no caso de lesão grave ou morte preterdolosas.

O estado é responsável por essa infração, ao ignorá-la, o que o torna conivente e in casu, dentro de todos os argumentos e embasamentos jurídicos, devem os proprietários da Fazenda CAPZ,  ajuizar a ação contra o estado, por expor a vida de seus cidadãos a danos permanentes, cabendo pedido de condenação por crime de periclitação de vida e saúde, além de indenização por dano moral. Efetivamente, prevê o art. 136, do Código Penal: Consuma-se com a criação do perigo para o sujeito passivo, que é sempre uma pessoa determinada ou determinável.

DENÚNCIA DEMA

Quando toda a pessoa que se sentir ofendida pelo descaso do estado – seus agentes – tomar esse tipo de atitude, estar-se-á no caminho de responsabilizar-se a quem de direito.

Este notável dever cívico impõe de solidariedade humana, cumprindo a missão educativa do Direito Penal. Todos estamos obrigados a socorrer os expostos a perigo que não tem condições de se defender.

A obrigação legal recai sobre o homem comum, alheio à criação do perigo. O sujeito passivo é a pessoa ferida, inválida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo, como está exposto John Weaver Davis Junior. Nos casos de pessoa inválida, ferida ou desamparada o perigo é presumido.

Com a palavra a ouvidoria da Segurança Pública do estado do Pará!

As OABs!

As Comissões de Direitos Humanos!

As assembleias Legislativas e Câmaras Municipais… Opa! Essas não, os envolvidos são políticos e gregários dos mesmos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here